Kenko Patto

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quarta-feira, 21 de março de 2012

Estimulação magnética reduz "físsura" por cocaína

MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO
Uma pesquisa do Instituto de Psiquiatria da USP mostra que o uso de estimulação magnética no cérebro para tratar o vício em cocaína é eficaz e reduz em até 80% o desejo de usar a droga.
Os resultados preliminares são baseados na primeira etapa do estudo, com 20 pacientes do sexo masculino entre 18 e 40 anos que usavam cocaína há até sete anos.
Outros 20 pacientes participam da segunda parte da pesquisa, já em andamento.
O tratamento é indolor e não invasivo, e pesquisas já mostraram sua eficácia para depressão e dor crônica.
Os voluntários foram divididos em dois grupos. Um recebeu o tratamento ativo e o outro, placebo. Eles foram submetidos a 20 sessões de estimulação magnética e fazem também psicoterapia.
RECOMPENSA
A bobina que gera um campo magnético foi aplicada na região do cérebro chamada córtex dorsolateral pré-frontal esquerdo.
Essa área responde pelo comportamento impulsivo e pela tomada de decisão. A estimulação magnética "reorganiza" os circuitos cerebrais danificados pela cocaína para controlar a dependência.
"A cocaína modula o sistema de recompensa e as áreas que medem consequências. Remodelamos esse sistema", diz o psiquiatra Phillip Leite Ribeiro, autor do estudo.
Antes e depois das sessões, todos foram avaliados por meio de escalas que medem a intensidade e a frequência da vontade de usar a droga.
Os resultados mostram uma queda grande nas recaídas, na fissura e na impulsividade dos pacientes. "Ainda não sabemos se eles vão precisar repetir as sessões para que o efeito se mantenha. Pode ser que o vício volte", diz Ribeiro.
Marco Marcolin, psiquiatra, coordenador do grupo de estimulação magnética do Hospital das Clínicas da USP e orientador do estudo, diz ainda que o ideal seria fazer testes de urina para medir a presença da droga e comprovar a diminuição da fissura.
Ambos esperam que, no futuro, a estimulação magnética possa ser usada aliada a outros tratamentos. "Esse paciente sempre vai precisar de psicoterapia. Muitas vezes, remédios também são necessários", diz Marcolin.
O psiquiatra Marcelo Niel, psiquiatra do Proad (Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes), da Unifesp, diz que o surgimento de uma nova possibilidade terapêutica para tratar dependência é animador. "No entanto, são necessários estudos maiores para ter uma melhor visualização do efeito do tratamento em comparação com o efeito placebo. Além disso, como muitos dependentes têm doenças psiquiátricas associadas, pode ser que o resultado seja decorrente do tratamento desse outro problema."

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Alguma vez entrou numa loja de colchões e não conseguiu escolher o colchão certo para você? Se você está sentindo dores nas costas e não fizer nada sobre isso, certamente que a sua situação  vai se agravar com o tempo. Vai achar as dicas que preparámos para si muito úteis na escolha do colchão certo para um bom suporte e conforto.

Suporte da Coluna
Um bom colchão ortopédico deve oferecer um bom suporte para a sua coluna. O colchão deve adaptar-se facilmente ao corpo sem nenhum tipo de desalinhamento da coluna. Isto vai prevenir dores musculares e ao mesmo tempo permitir uma boa noite de sono.

Densidade Progressiva
O corpo humano não tem peso linear, seu peso é distribuído proporcionalmente  pelos membros: Torax 33%, Quadril 44%, Pernas 15% e cabeça 8%. O interior do colchão KENKO PATTO é composto por várias camadas sucessivas ;Entre materiais firmes e macios, criando uma característica de densidade progressiva. Distribuindo proporcionalmente o corpo, independente do peso, tamanho ou idade do usuário.

Massagem DO IN
Nosso corpo se movimenta de 50 a 60 vezes durante uma noite de sono. 
A superfície irregular do Kenko Patto, foi estudada para minimizar estes movimentos durante toda a noite, promovendo uma massagem digital relaxante.
O leve toque das pontas dos “mamilos” de espuma em contato com nossa pele, provocam uma melhor oxigenação sanguínea, restaura a tonicidade muscular e estimula os meridianos, melhorando o fluxo do “Ki” energético.

Experimente
Nenhum conselho nosso pode-se comparar com experimentar e deitar-se num colchão ortopédico você mesmo. Não se iniba, e deite-se no colchão para verificar o nível de conforto. E se partilhar o colchão com a sua cara metade, devem ambos experimentarem o colchão em conjunto para garantir que o espaço e conforto se mantém o ideal.


MAIORES INFORMAÇÕES: www.kenkoweb.net/282


Chá verde reduz deficiências em idosos

Chá-verde reduz deficiências em idosos, revela estudo


DA REUTERS

Adultos idosos que bebem chá-verde regularmente podem permanecer mais ágeis e independentes do que seus contemporâneos com o passar do tempo.
O chá-verde contém químicos antioxidantes que ajudam a evitar os danos celulares que são capazes de levar a doenças.
Os pesquisadores estão estudando o efeito do chá-verde em tudo --do colesterol ao risco de certos cânceres-- com resultados mistos até agora.
Pelo estudo recente, publicado no "American Journal of Clinical Nutrition", os cientistas decidiram examinar se bebedores de chá-verde têm um menor risco de fragilidade e incapacidade conforme envelhecem.
Yasutake Tomata, da Escola de Medicina da Universidade Tohoku, e seus colegas acompanharam perto de 14 mil adultos com mais de 65 anos durante três anos.
Eles descobriram que os que beberam mais chá-verde eram os menos propensos a desenvolver "incapacidade funcional", ou problemas com atividades diárias e necessidades básicas, como se vestir ou tomar banho.
Quase 13% dos adultos que beberam menos de uma xícara de chá-verde por dia tornaram-se funcionalmente incapacitados, em comparação com pouco mais de 7% das pessoas que beberam pelo menos cinco xícaras por dia.
"O consumo de chá-verde está associado de forma significativa a um menor risco de incapacidade funcional incidente, mesmo após o ajuste para possíveis fatores de confusão", disse Tomata.
O estudo não provou que apenas o chá-verde mantinha as pessoas ágeis com a idade.
Os aficionados do chá-verde geralmente têm dietas mais saudáveis, incluindo mais peixe, vegetais e frutas, assim como uma instrução maior, uma taxa menor de fumantes, menos ataques cardíacos e derrames, e uma maior acuidade mental.
Eles também tendem a ser mais ativos socialmente e a ter mais amigos e familiares com quem contar.
Mas, apesar desses fatores, o chá-verde sozinho foi relacionado a um menor risco de deficiência, disseram os pesquisadores.
Pessoas que ingerem pelo menos cinco xícaras por dia tiveram 1/3 de probabilidade menor de desenvolver deficiências do que as que ingeriram menos de uma xícara por dia.
Os que beberam em média três ou quatro xícaras por dia tiveram um risco 25% menor.
Embora não esteja claro como o chá-verde pode oferecer uma defesa contra a incapacidade, a equipe de Tomata observou que um estudo recente descobriu que extratos do chá-verde pareciam aumentar a força muscular na perna em mulheres mais velhas.
Embora o chá-verde e seus extratos sejam considerados seguros em pequenas quantidades, eles contêm cafeína e pequenas quantias de vitamina K, e isso pode interferir com medicamentos que impedem a coagulação do sangue.

Platinum Tea

Método Japonês para melhorar a qualidade de vida e a saúde interior.

Os Japoneses, povo de sabedoria milenar, descobriram há tempos que uma alimentação com baixa caloria não engorda. A Culinária japonesa é uma das mais saborosas e, no entanto, pouco calórica por isso é difícil ver um japonês acima do peso (obeso), resultado da mais perfeita combinação de ervas, raízes e peixes. O Platinum Tea traz o benefício de várias plantas pelo excelente valor nutricional e apresenta um delicioso sabor.
www.kenkoweb.net/282

Platinum Tea




segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Luz infravermelha pode combater o câncer

No Brasil, médicos já utilizam há anos essa tecnologia para prevenção e tratamento do câncer, vários estudos com  o IV longo demonstraram inibição do crescimento tumoral em camundongos e melhoria no tratamento de escaras em situações clínicas.Também foi demonstrado aumento do processo regenerativo em camundongos sem que houvesse aumento da circulação sanguínea durante os períodos de irradiação ou aumento na temperatura do epitélio. Outros dados demonstram um aumento das infiltrações de fibroblastos no tecido subcutâneo, em camundongos tratados com o infravermelho longo, em relação aos animais controle e uma maior regeneração de colágeno  na região lesada, assim como na expressão de TGF- β1. Veja no texto abaixo matéria da BBC Brasil - Por Luiz Rocha


" Um tratamento com luz infravermelha pode ser uma ferramenta promissora no combate ao câncer, segundo pesquisadores nos Estados Unidos.
O estudo, publicado na revista "Nature Medicine", mostra como uma droga poderia ser acoplada a tumores, sendo ativada apenas quando atingida por raios infravermelhos.
O tratamento seria portanto mais preciso do que os atuais, sem danificar tecidos vizinhos.
Atualmente, os tratamentos contra câncer podem ser separados em três categorias: os que usam radiação, cirurgias para a retirada de tumores e o uso de drogas para matar células cancerígenas.
Todos eles apresentam efeitos colaterais negativos e pesquisadores seguem buscando terapias mais precisas.
Neste estudo, os cientistas do Instituto Nacional do Câncer de Maryland, nos EUA, usaram anticorpos que tinham como alvo proteínas nas superfícies de células cancerígenas.
Eles então acoplaram a substância química IR700 ao anticorpo. A IR700 é ativada quando atingida por luz infravermelha, que pode penetrar vários centímetros na pele.
Para testar a combinação, os cientistas implantaram tumores nas costas de camundongos. Eles receberam a droga e foram expostos a raios infravermelhos.
"O volume do tumor foi reduzido significativamente... em comparação com os camundongos não tratados e a sobrevivência foi prolongada", dizem os cientistas.
"O ataque seletivo minimiza o prejuízo para as células normais."
Os autores dizem que a combinação se revelou "uma terapia promissora" para o tratamento do câncer.


http://folha.com/no1002744

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Hospital das Clínicas testa aparelho eletromagnético

HC testa tratamento com aparelho eletromagnético para tratar dor crônica

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MARIANA VERSOLATO
DE SÃO PAULO

Para aliviar dores crônicas que não melhoram com remédios, o Hospital das Clínicas de São Paulo está testando um tratamento com aparelho eletromagnético
Apu Gomes/Folhapress
Aparelho Eletromagnético
O auxiliar de expedição Djair da Silva faz tratamento contra dor
Uma bobina que gera um campo eletromagnético é apoiada na cabeça do paciente. O aparelho estimula áreas do cérebro ligadas à dor e à liberação de substâncias produzidas pelo próprio corpo que têm efeito analgésico.
A técnica, não invasiva e indolor, é indicada para dores neuropáticas, que atingem 7% da população.
Quando se torce o pé, por exemplo, o nervo saudável leva a informação da dor para o cérebro. Na dor neuropática, a lesão é no próprio nervo. A sensação pode ser de queimação, formigamento ou pontadas.
É o caso de dores causadas por mal de Parkinson, esclerose múltipla, fibromialgia, diabetes e quimioterapia, em pacientes com câncer.
De acordo com Daniel Ciampi, neurologista e coordenador do grupo de dor clínica do HC, mais de 500 pacientes já foram submetidos à estimulação.
MENOS REMÉDIOS
Um estudo do grupo, publicado on-line no periódico "Pain", mostrou a eficácia da técnica para dor de fibromialgia. A pesquisa avaliou 40 pessoas por seis meses.
Para Pedro Schestatsky, chefe do comitê europeu de dor da Sociedade Europeia de Neurologia, não há dúvidas sobre os benefícios da estimulação magnética.
"Não é mais 'achismo'. Os benefícios já foram provados em estudos muito bem feitos pelo mundo", afirma.
Uma vantagem da técnica, diz ele, é a redução do número de remédios para pacientes que já tomam outras medicações, como diabéticos.
A estimulação também pode ajudar quem não tem bons resultados com remédios. Ciampi afirma que 25% dos pacientes com dores crônicas neuropáticas não respondem aos medicamentos (antidepressivos e antiepilépticos).
O neurologista afirma que a técnica, ainda experimental, deve ser aprovada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) ainda neste mês.

Editoria de Arte/Folhapress
Aparelho Eletromagnético
RESSALVAS
Estudos apontam que a estimulação transcraniana pode causar dor de cabeça e, mais raramente, epilepsia.
Segundo Marcos Vidal Dourado, pesquisador do departamento de neurologia da Unifesp, o tratamento pode causar efeitos colaterais temporários, como tontura e visão com pontos luminosos.
"Deve-se aguardar mais estudos para esclarecer as aplicações da técnica e dar mais segurança aos pacientes." Ciampi afirma que 60% dos pacientes têm benefícios.
O auxiliar de expedição Djair Rosendo da Silva, 46, espera estar em breve dentro do grupo beneficiado.
Há 22 anos ele sofre com uma dor constante no lado esquerdo do rosto. Começou a fazer a estimulação nesta semana. "Uso medicação há 12 anos, mas não adianta muito", conta."Os médicos já estavam meio perdidos comigo, sem saber o fazer. Agora, espero que melhore com o aparelho eletromagnético."

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Poluição piora qualidade do sono

Estudo feito nos Estados Unidos mostra influência da qualidade do ar piorando sua qualidade de sono

Quem sofre de apneia é mais afetado.

Quem mora em São Paulo precisa redobrar os cuidados com a saúde durante o inverno. O sofrimento não é só de quem tem doenças respiratórias, como asma.

Um estudo feito nos Estados Unidos mostra que o aumento da poluição também piora a qualidade do sono para quem sofre de apneia, um distúrbio que interrompe a respiração enquanto a pessoa dorme. Os dois fatores juntos, poluição e apneia, elevam o risco de doenças cardiovasculares como derrame e infarto.
A poluição pode atrapalhar a noite até de quem não tem nenhum distúrbio do sono. A inalação de poluente causa inflamação das vias respiratórias. Com isso, o caminho que o ar percorre para chegar aos pulmões fica mais estreito. Uma dica é deixar que o ar circule no quarto antes de dormir.
“A manutenção de ambientes ventilados não só diminui o risco de transmissão e propagação de doenças infecciosas e respiratórias como também facilita a manutenção de um ar de melhor qualidade, inclusive na hora de dormir”, afirma Flávia Nunes, pneumologista do Centro do Sono do HCor.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Sono profundo ajuda regular o açúcar no corpo


O sono profundo ajuda a regular o açúcar no corpo, afirma nova pesquisa

Experimento mostrou que, após três dias de sono ruim, metabolismo mudava.
Alterações lembram as de idosos ou de indivíduos que engordaram de 10 a 15 quilos.
Pesquisa norte-americana mostra que a privação da parte mais profunda do sono altera o funcionamento da insulina e pode facilitar o aparecimento do diabetes tipo 2.

Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco"
O sono é dividido em fases, de acordo com as ondas cerebrais e relaxamento muscular. Na fase do sono profundo, as ondas cerebrais são lentas e o relaxamento muscular é mais intenso. Nesse momento, o relaxamento muscular e diminuições do ritmo cardíaco e respiratório permitem a recuperação das energias.

Para chegar à fase de relaxamento o corpo precisa passar por três etapas que vão preparando o organismo para a recuperação. Interrupções que podem tornar o sono superficial não permitem que se chegue ao estágio mais profundo.

Os problemas respiratórios e períodos muito curtos de sono são as razões mais comuns para que o corpo não possa descansar adequadamente. Até agora se conheciam os efeitos dessa falta de recuperação sobre as atividades do dia seguinte, mas não sobre o metabolismo do açúcar.

Os pesquisadores lavaram um grupo de voluntários, sadios e jovens, a um laboratório de estudos do sono. Foram submetidos a três noites bem dormidas e em seguida a um período igual de noites onde o sono não chegava a se aprofundar, atrapalhado por ruídos. 

 Sangue denuncia
Ao mesmo tempo em que registravam as ondas cerebrais, amostras de sangue foram colhidas depois das noites de testes para se avaliar o metabolismo da glicose.

Os resultados mostraram que apenas três noites sem a fase do sono profundo levavam à diminuição da sensibilidade das células à insulina. Essa alteração fez os níveis de glicose no sangue subirem 23%.

Essas mudanças são semelhantes às apresentadas por pessoas idosas ou indivíduos que engordaram de 10 a 15 quilos. Como o diabetes tipo 2 está associado à obesidade, que por sua vez associa-se às alterações respiratórias, é possível que essas alterações do metabolismo da glicose possam explicar essas inter-relações.
www.kenkopattomagnetico.com.br